Quais os impactos da insegurança na saúde, bem-estar e qualidade de vida dos brasileiros?

Não importa o tipo de residência, rotina ou região: em 2026, independentemente do contexto, a segurança segue como um dos principais motivos de preocupação no país, com efeitos diretos nos hábitos e comportamento de toda a população… e quem diz isso são os próprios brasileiros.
Durante nosso mais novo levantamento, que buscou compreender os impactos da percepção de riscos no dia a dia — como assaltos e invasões —, centenas de pessoas revelaram: sentem medo constante de ser roubadas ou furtadas (70,8%), ter a própria residência invadida (62%) e sofrer violência (55,6%).
Mais que receios isolados, tal sensação têm gerado desgaste e mudanças na forma como vivem e circulam pela cidade. Entre seus reflexos mais comuns, por exemplo, estariam o aumento do estresse e ansiedade (63%), cansaço mental (46%) e problemas na hora de dormir (34,4%), seja devido a barulhos ou movimentos suspeitos.
Mas, afinal, de que outras formas a insegurança tem interferido na saúde, bem-estar e rotina dos brasileiros ultimamente? Que estratégias e soluções os respondentes adotam para ter mais tranquilidade? Você confere respostas para essas e outras perguntas no conteúdo a seguir. Leia mais:
Segurança: quais são os maiores medos da população em 2026?
Se, no começo de janeiro, uma pesquisa do Instituto Ipsos revelou que o crime e a violência são as maiores preocupações, hoje, no país, nossa pesquisa identificou que essa insegurança não está associada a um único cenário, mas atravessa diferentes espaços da vida cotidiana dos brasileiros.
Quando questionados sobre seus principais receios no dia a dia, 70,8% dos respondentes apontaram ter medo constante de roubos e furtos, enquanto outros temem sofrer violência física (55,6%) ou ter a própria residência invadida (62%).
Tal preocupação, vale ressaltar, varia conforme o tipo de moradia, afetando mais quem vive em casa (67,6%) do que moradores de apartamento (47,8%).
Como a insegurança afeta a saúde e o bem-estar dos brasileiros?
Mais do que algo pontual, aliás, nossa pesquisa mostra que a sensação de insegurança tem impactado diretamente a saúde emocional da população.
De um lado, por exemplo, 6 em cada 10 respondentes disseram que medos relativos à segurança os tornaram mais estressados ou amplificaram a sensação constante de alerta.
De forma similar, 46% reconheceram que isso costuma vir junto de certo cansaço mental, parcela similar à dos que enfrentam problemas de sono (34,4%) em decorrência de barulhos suspeitos, movimentos ou demais sinais de que sua casa está sob risco.
Os efeitos, por mais comuns na rotina, não são percebidos da mesma forma por todos os brasileiros. Entre as mulheres ouvidas no estudo, quase 70% relataram conviver com a sensação constante de alerta — índice muito superior ao registrado entre os homens (54,3%) —, o que reforça como a insegurança é vivenciada de maneira mais intensa por certos grupos, ampliando seus impactos no bem-estar diário.
Quais os impactos da insegurança na rotina das pessoas?
Para além dos impactos emocionais, ao longo do levantamento, uma parcela expressiva dos entrevistados admitiram que receios relacionados à violência os levaram a repensar algumas dinâmicas e decisões práticas no dia a dia — o que, por sua vez, tem levado a mudanças de hábito com o objetivo de cuidar da própria segurança.
No campo do lazer e da circulação urbana, evitar sair de casa à noite foi algo mencionado em 66,4% das respostas, decisão tão comum quanto deixar de retornar para casa em determinados horários por medo de algo pior (49,6%).
Dentro de casa, o medo também tem imposto alguns limites. Deixar crianças ou idosos sozinhos (35,6%) ou atender à porta em determinadas situações (33,6%) — seja pelo horário, seja pela ausência de familiares — foram algumas das situações mais compartilhadas pelos ouvidos.
Uma parcela considerável também procura não viajar ou ficar longos períodos fora (29,4%) e deixar o pet sozinho (21,2%), independentemente do tipo de residência.
Como se sentir mais protegido no dia a dia segundo os brasileiros
Diante da percepção crescente de insegurança, algo que nós descobrimos é que, em 2026, muitos brasileiros têm passado a adotar medidas práticas para reduzir riscos e incidentes no cotidiano. Entre as iniciativas mais comuns para os entrevistados está evitar deixar objetos de valor visíveis, comportamento adotado por 64,2%.
Há quem também faça o possível para alterar rotas e trajetos no dia a dia (56,6%), bem como manter contato frequente com familiares ou vizinhos para o caso de eventuais problemas (49,4%).
Já quando o assunto é a tecnologia aplicada à proteção, a adesão também se mostrou expressiva: soluções de monitoramento e segurança eletrônica já fazem parte da rotina de 44,8% dos entrevistados, enquanto 3 em cada 10 respondentes demonstraram interesse em adotar esse tipo de recurso daqui para frente.
Quanto aos itens populares, os mais associados à sensação de segurança são as câmeras de vigilância, citadas por 82,8% das pessoas. Fechaduras digitais ou leitores de chave aparecem na sequência (55,8%), seguidos por sensores e detectores de arrombamento (53,6%) e sirenes ou dispositivos sonoros (48,4%).
O resultado, nesse sentido, não apenas acompanha a expansão do setor, mas ressalta como tecnologias que oferecem monitoramento contínuo são vistas como grandes aliadas na proteção do lar.
Metodologia
Para compreender os impactos da insegurança na saúde, bem-estar e dia a dia dos brasileiros, nas últimas semanas, foram entrevistados 500 adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet.
O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.
Ao todo, os respondentes tiveram acesso a 8 questões, que exploraram seus principais medos e receios no dia a dia, como tais preocupações afetam a rotina e estratégias para driblá-los.
A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados.
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As pessoas também perguntam:
Como monitorar alarme pelo celular?
Através do My Verisure, que é um aplicativo que concede acesso ao sistema de segurança de residências, empresas e espaços protegidos pelos dispositivos. Da mesma forma, ele oferece monitoramento a distância via celular do sistema de alarme
Tenho crianças e/ou pets em casa. Posso ativar parcialmente os meus alarmes?
O seu Alarme possui diferentes modos de ativação, para poder se adequar a diferentes situações:
- Ativação total: ativa todos os sensores disponíveis no imóvel e é ideal para quando ninguém está no local, porque ele ativa ao menor sinal de presença.
- Ativação Parcial: podemos ativar apenas alguns sensores definidos por você, para que se sinta seguro, mesmo estando dentro de casa. Neste modo, é possível ter diferentes sensores ativados para o dia e para a noite.





